Família diante do número 80,9%, representando o endividamento das famílias brasileiras em 2026

Dívida das famílias bate recorde em 2026: o que isso tem a ver com a sua escola

Em 2026, 80,9% das famílias brasileiras declararam ter algum tipo de dívida. É o maior número da série histórica da pesquisa da CNC (Confederação Nacional do Comércio). Uma em cada cinco pessoas compromete metade ou mais da própria renda só para pagar o que deve.

Sua escola já parou pra pensar nisso?

Porque esse número não nasce na vida adulta. Ele começa antes, na forma como uma criança aprende (ou não aprende) a lidar com dinheiro.

O problema não começa no cartão de crédito

A gente cresce ouvindo que educação financeira é assunto de banco, de imposto de renda, de planilha. Coisa de adulto.

Só que o hábito financeiro se forma muito antes disso. Na mesada. No primeiro Pix que a criança recebe do avô. No jogo que pede moeda virtual pra desbloquear a próxima fase.

Esse universo mudou rápido. Compras dentro de aplicativos, mesada digital, influenciador vendendo produto o tempo inteiro na tela do celular. A criança de hoje toma decisão financeira todos os dias, muitas vezes sozinha, sem ninguém do lado explicando o que está em jogo.

E ninguém decidiu ensinar isso a ela. O hábito só… aconteceu.

Por que isso virou pauta de escola, e não só de casa

Desde 2020, a BNCC trata educação financeira como conteúdo obrigatório, transversal, do infantil ao médio. Não é mais um “diferencial” que uma escola pode oferecer se sobrar tempo. É currículo.

Mas currículo no papel é uma coisa. Rotina de sala de aula é outra.

A maioria das escolas ainda não tem material estruturado pra isso, nem professor preparado, nem tempo dedicado dentro da grade. O resultado é previsível: o tema fica bonito no projeto pedagógico e ausente no dia a dia do aluno.

Enquanto isso, os números de endividamento das famílias continuam subindo. E cada turma que passa pela escola sem aprender a planejar, sonhar e cuidar do próprio dinheiro é uma turma a mais alimentando essa estatística lá na frente.

O que muda quando a escola assume esse papel

A FORME nasceu justamente pra resolver essa lacuna. A missão é simples de entender: formar crianças e adolescentes capazes de planejar e conquistar metas, com estabilidade financeira real, não só teoria decorada pra prova.

Isso acontece através de quatro pilares que organizam o aprendizado de um jeito que faz sentido pra cada idade:

Sonhar. Antes de falar de dinheiro, a criança precisa aprender a desejar algo com intenção, entender que sonho tem tamanho e tem prazo.

Fazer. Planejamento vira ação. É aqui que a criança aprende a poupar, priorizar, tomar decisão.

Cuidar. Dinheiro exige cuidado contínuo, não é conquista de uma vez só. Esse pilar trabalha consistência e responsabilidade.

Multiplicar. Nas fases mais avançadas, entra o conceito de fazer o dinheiro trabalhar, com noções reais de investimento, adaptadas à idade do aluno.

Esses pilares só funcionam de verdade quando saem do papel e entram na rotina. Por isso o material da FORME já vem com sugestão de uso semanal, alinhado à BNCC, e com assessoria pedagógica para apoiar a escola na implantação, incluindo dúvidas que aparecem no meio do caminho.

E a família, entra onde?

Entra também. Porque a criança não vive só dentro do muro da escola.

A FORME oferece uma plataforma com cursos gratuitos para as famílias, além de lives exclusivas para cada escola. A ideia é que o que o aluno aprende em sala tenha eco em casa, e que os pais também ganhem repertório pra conversar sobre dinheiro sem constrangimento.

Isso aproxima a escola da família de um jeito concreto, não só discursivo.

O diferencial que aparece na matrícula

Escolas que já implementaram educação financeira estruturada relatam algo interessante: famílias percebem isso como sinal de cuidado real com o futuro do filho, não como mais um projeto de aniversário da escola.

Esse tipo de percepção pesa na hora da rematrícula. Pesa na indicação boca a boca. E pesa, com o tempo, na relação da família com a própria inadimplência, já que uma escola que ensina planejamento financeiro também comunica isso pros responsáveis, direta ou indiretamente.

A gente sabe que não é simples mudar rotina pedagógica no meio do ano letivo. Mas o custo de não mudar já está nos 80,9% da pesquisa da CNC.

Sua escola quer fazer parte dos 19,1%?

A educação financeira parou de ser opcional. A pergunta que fica é só quando a sua escola vai tratar isso como prioridade de currículo, e não como conteúdo extra.

Quer conhecer como o material da FORME se encaixa na rotina da sua escola? Fale com a gente.


Fontes: